(via beeninwonderland)

Photo 31/May | 6103 (Source) | Reblog this!

(via beeninwonderland)

Photo 31/May | 686 (Source) | Reblog this!

(via w-a-r-m-n-e-s-s)

Photo 30/May | 4808 (Source) | Reblog this!
Prefiro esbanjar emoções. Mesmo que doa. Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender. Meus arrependimentos duram pouco, alguma coisa me cutuca e diz olha, que bom que você fez. Que bom que você teve coragem. Que bom que você sente. Que bom que você tenta. Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo. E a outra metade? De dar errado. Mas não é poupando que você saberá.
Clarissa Corrêa 

(via re-can-to)

Quote 29/May | 2768 (Source) | Reblog this!

(via beeninwonderland)

Photo 29/May | 1130 (Source) | Reblog this!
Tenho tido bons momentos e todos os dias Deus me dá uma alegria que ameniza qualquer desespero. Paciência deve ser o meu aprendizado agora… Aceito e agradeço.
— Marla de Queiroz.  

(via tortos-caminhos)

Quote 29/May | 461 (Source) | Reblog this!
Preciso que saiba: nunca deixarei de pensar em você, porque você foi o amor menos elaborado que tive, menos politicamente correto, menos “o cara certo na hora certa”, menos criado no cativeiro da idealização, e essa impossibilidade de intelectualizar o que senti me faz pensar que talvez eu não estivesse enganada sobre aquela ideia romântica de que só se ama assim uma vez.
— Martha Medeiros

(via tortos-caminhos)

Quote 28/May | 92 (Source) | Reblog this!
Mas eu sinto, sabe? Sinto muito as coisas. Tudo, todos. Mesmo que eu tente esconder, mesmo que eu tente não me mostrar. Mesmo que eu disfarce. Eu sinto tudo demais. E é por isso que às vezes as coisas doem tanto.
— Fernanda Mello  

(via re-can-to)

Quote 28/May | 152 (Source) | Reblog this!
Eu achava que era você (…) na rua, no supermercado, na fila do cinema… Virei uma caçadora de você em todas as pessoas. Eu queria te ver, apenas.
Tati Bernadi.

(via re-can-to)

Quote 28/May | 6807 (Source) | Reblog this!
É uma dor que se externa. Uma dor que se chora, que se berra, que se reclama. Uma dor que tentamos compreender em voz alta, uma dor que levamos para os consultórios dos analistas, uma dor que carregamos para mesas de bar, e que vem junto também para a solidão da nossa cama, para o escuro do quarto, onde permitimos que ela transborde sem domínio e sem verbo. A dor massacrante do abandono, da falta de telefonemas, da falta de beijos, da falta de confidências.
— Martha Medeiros 

(via farfarway)

Quote 28/May | 157 (Source) | Reblog this!